15 anos sem Darcy Ribeiro

Published by Katia Dutra on fevereiro 17th, 2012

Boa tarde a todos!

 

 

A frase acima é de Darcy Ribeiro, um grande antropólogo e sociólogo brasileiro, que nos deixou em 17 de fevereiro de 1997. A citação foi feita perto de sua morte, causada por um câncer, em seu livro de memórias e diz muito sobre a personalidade de Darcy Ribeiro: um homem que dedicou a vida para tentar entender a evolução dos brasileiros como sociedade.

Graduado em Ciências Sociais em 1946, Darcy Ribeiro nasceu em 26 de outubro de 1922, em Montes Claros (MG) e iniciou sua carreira com estudos sobre a etnografia brasileira, focando seu olhar para a situação dos indígenas do Pantanal, do Brasil Central e da Amazônia. Com base em seus trabalhos fundou o Museu do Índio e seus projetos e observações foram de grande valia para a Unesco e a Organização Internacional do Trabalho e para a criação de novas políticas protecionistas, como o Parque Indígena do Xingu.

Pós-graduado em Antropologia e professor de Etnologia na Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, Darcy Ribeiro trabalhou também no Ministério da Educação e da Cultura e teve importante participação em defesa da escola pública – primária e superior -, fundando inclusive a Universidade de Brasília.

Foi ministro da Educação no governo de Jânio Quadros e chefe da Casa Civil no governo de João Goulart. Com o golpe militar de 1964, teve seus direitos políticos cassados e foi exilado. Passou a defender a reforma universitária em países da América Latina como Uruguai, Chile e Peru. Nesse período, redigiu grande parte de suas obras mais famosas: os estudos antropológicos da “Antropologia da Civilização”, em seis volumes (o último, “O Povo Brasileiro”, ele publicaria em 1995).

 

A volta ao Brasil 

Ao retornar ao Brasil, em 1976, Darcy Ribeiro passa a dedicar seu trabalho à educação pública. Em 1980, com a anistia, reinicia sua carreira política no Brasil, ocupando cargos como vice-governador do Rio de Janeiro e senador, pelo mesmo estado. Sempre focando seus projetos de lei em favor da educação pública.

Como Secretário da Cultura e Coordenador do Programa Especial de Educação foi responsável por implantar 500 CIEPs – grandes escolas de turno completo com 1000 vagas para crianças e adolescentes. Criou, então, a Biblioteca Pública Estadual, a Casa França-Brasil, a Casa Laura Alvim, o Centro Infantil de Cultura de Ipanema e o Sambódromo, em que colocou 200 salas de aula para fazê-lo funcionar também como uma enorme escola primária.

O nome de Darcy Ribeiro também aparece no planejamento da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), em Campos dos Goytcazes, no Rio de Janeiro. A ideia do projeto era criar uma universidade voltada para o terceiro milênio e que investisse em tecnologia e educação.

Durante a Conferência Mundial do Meio Ambiente – ECO 92 – realizada no Rio de Janeiro, em 1992, implantou o Parque Floresta da Pedra Branca, numa área de 12000 hectares, para se tornar a maior floresta urbana do mundo.

Academia Brasileira das Letras

Em 1992, Darcy ribeiro foi eleito para ocupar a cadeira 11 da Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de suas obras antropológicas e pelos romances “Maíra”, “O Mulo”, “Utopia Selvagem” e “Migo”. Também teve grande influência na construção do Memorial da América Latina, em São Paulo, que teve como arquiteto Oscar Niemeyer.

 

Fundação Darcy Ribeiro

Quando descobriu a gravidade da doença que o acometia, Darcy Ribeiro decidiu criar a Fundação Darcy Ribeiro, que teria sede em sua casa em Copacabana, no Rio de Janeiro. A entidade abriu suas portas em janeiro de 1996 e tinha como principal objetivo manter a obra de Darcy Ribeiro viva, além de ajudar na constituição e realização de projetos educacionais e culturais. Um de seus últimos projetos lançado publicamente, foi o Projeto Caboclo, destinado ao povo da floresta amazônica

 

 

Saiba mais

Se você quiser conhecer um pouco mais do material elaborado por Darcy Ribeiro, vale a pena conferir o documentário O Povo Brasileiro, baseado em sua obra homônima e que conta a formação do nosso povo, levando em contas nossas origens africanas e europeias

 

 

 

 

 

 


Estação da Luz: 145 anos de beleza

Published by Katia Dutra on fevereiro 16th, 2012

Boa tarde, pessoal.

Vamos falar contar a história da Estação da Luz, um dos pontos turísticos mais importantes da cidade de São Paulo, que completa 145 anos hoje. Inaugurada em 16 de fevereiro de 1867, a Estação da Luz teve fundamental importância para a movimentação turística e econômica da capital paulista, sendo parada da, então, recém-criada São Paulo Railway, estrada de ferro que ligava Jundiaí a Santos para a comercialização do café.

Nos primeiros anos de vida, o projeto arquitetônico da Estação da Luz não gerava tanto encanto como nos dias de hoje. Era uma estrutura simples que contava com apenas uma bilheteria e a plataforma de embarque e desembarque. A beleza da época estava fora das imediações da estação. Ao lado estava abrigado o Jardim da Luz, primeiro jardim público da capital paulista que tinha sido criado com o objetivo de embelezar a cidade.

 

Conforme São Paulo foi crescendo, passou a receber muitos visitantes e imigrantes e a Estação da Luz começou a ficar pequena para a demanda. Dessa forma, na década de 1880, aconteceu a primeira reforma com o objetivo de ampliá-la. A estação ganhou mais um andar, um novo saguão e novas bilheterias.

A primeira grande reforma arquitetônica aconteceu no início do século XX. O cenário artístico paulista estava bastante incentivado e a urbanização da cidade acontecia seguindo os moldes dos grandes centros europeus. Assim, as ruas passaram a ganhar calçadas, iluminação e as famosas linhas de bondes.

Como não podia deixar de acontecer, a Estação da Luz também ganhou uma nova cara. O prédio ganhou traços da estética vitoriana, como a famosa torre do relógio, baseada no Big Bang londrino. A obra foi assinada pelo engenheiro James Ford e projetada pelo Barão De Mauá. Desde a sua instalação, o relógio da Estação da Luz é o referencial para o ajuste dos relógios paulistas.

A estrutura desta Estação foi toda importada da Inglaterra. Mecanismos pré-moldados desembarcaram em São Paulo e aí foram montados. O material de alvenaria, porém, é de origem brasileira. Ela foi inspirada em uma estação australiana, aFlinders Street Station, localizada em Melbourne.

 

 

 

 

 

 

 

O complexo arquitetônico de 1901 foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat) em 1982.

 

A Segunda Guerra Mundial e a revolução dos transportes

As guerras ocorridas no século XX foram responsáveis por grande parte dos investimentos em estudos de tecnologia. A partir da Segunda Guerra Mundial, os automóveis e os aviões passaram a despertar o interesse das grandes metrópoles e o transporte ferroviário começou a registrar queda. Com isso, a Estação da Luz passou a perder sua importância econômica.

Em 1946, um ano após o fim do conflito, a estação sofreu irreparáveis perdas por conta de um incêndio e precisou ter algumas partes reconstruídas. Entre as alterações, a Estação da Luz ganhou um novo andar para administração.

Daí em diante, a Estação da Luz passou a perder seu encanto de outrora, não pela beleza de sua arquitetura, mas pela funcionalidade. Cada vez mais, políticas públicas incentivaram as pessoas a comprarem seus próprios veículos e os trens acabaram caindo em desuso.

 

A nova Estação da Luz

A última restauração da Estação da Luz aconteceu em meados do ano 2000 e teve como principal objetivo anexar o Museu da Língua Portuguesa, um centro de referência do nosso idioma que traz à capital exposições e um excelente passeio educacional. A reforma, realizada em comemoração aos 450 anos da cidade de São Paulo, deu à estação nova vida e foram dirigidas pelos arquitetos Paulo Mendes da Rocha e Pedro Mendes da Rocha.

Antigamente um ponto de referência no dia-a-dia da cidade, um ponto histórico de grande importância, hoje a Estação da Luz tem a oportunidade de resgatar seu lugar como ícone urbano, junto à Pinacoteca do Estado e ao próprio Museu da Língua Portuguesa.

Com a construção do Metrô, o cenário a sua volta se transformou profundamente, especialmente após a retirada do Monumento a Ramos de Azevedo, significativo marco desta região. Em compensação, porém, este complexo arquitetônico conquistou um certo grau de magnificência.

Saiba mais

Confira mais sobre o projeto do Museu da Língua Portuguesa, uma excelente opção educacional para alunos de todas as idades.


O Massacre do Dia de São Valetim

Published by Katia Dutra on fevereiro 14th, 2012

Boa tarde, pessoal.

Para quem pensa que o dia 14 de fevereiro sempre foi um dia para celebrar o amor por conta do Dia de São Valentim, engana-se. Em 1929, a cidade de Chicago, em Illinois, EUA, acompanhou o episódio conhecido como “Massacre do Dia de São Valentim”, quando rivais da gangue de Al Capone foram brutalmente assassinados.

Aliás, em geral, o ano de 1929 foi bem complicado em terras norte-americanas. A população vivia em tempo de Lei Seca, em que era terminantemente proibido fabricar, distribuir ou vender qualquer tipo de bebidas alcoólicas. Além da proibição, a cidade de Chicago assistia de camarote ao confronto entre duas gangues que dominavam a cidade. De um lado, mais ao norte, Bugs Moran comandava e, do outro, ao sul, o famoso mafioso Al Capone liderava suas tropas.

Ninguém sabe ao certo o motivo do ataque que matou sete comparsas de Moran em uma garagem na Rua North Clark. O que se sabe é que o Massacre do Dia de São Valentim foi incentivado pelo contrabando de bebidas alcoólicas exercidos pelas duas facções. A concorrência foi somente um pretexto para a matança mafiosa.

O que houve naquele dia?

 

 

 

 

 

 

 

 


A tramoia foi muito bem planejada e articulada pela equipe de Al Capone. Naquele Valentine’s Day, os homens de Al Capone fingiram serem entregadores de bebidas e foram até um dos depósitos de Moran, com a esperança de que o chefe da máfia estivesse por lá. Quando os sete homens de Moran chegaram à garagem encontraram os entregadores e dois policiais. Ao verem os policiais, encostaram-se à parede para serem revistados. Todavia, isso não aconteceu. Os sete homens de Moran foram fuzilados com dezenas de tiros de submetralhadoras.

Al Capone inocente?

A primeira opção de investigação da polícia foi obviamente relacionar o crime ao chefe mafioso. Porém, no dia 14 de fevereiro de 1929, Al Capone estava em férias na Flórida e aproveitou para negar rapidinho qualquer envolvimento com o crime.

O Massacre do Dia de São  Valentim só começou a ser esclarecido anos mais tarde. Primeiro com a captura de Fred Burke, um assassino de aluguel, por vezes contratado por Al Capone. Em uma “pequena visita” à casa de Burke, a polícia encontrou as armas utilizadas no assassinato. Apesar disso, Burke nunca foi acusado de ter participado do Massacre, sendo apenas condenado por matar um policial no estado de Michigan.

Em 1935, um dos mais fieis comparsas de Capone, Byron Bolton, foi preso e, finalmente, contou à polícia o que havia ocorrido naquele dia 14 de fevereiro de 1929. Bolton contou que o crime fora pensado e articulado um ano antes durante um passeio da gangue. Mas, nessa época, o bom e velho Al Capone já estava preso por outros crimes.

Saiba mais

Quem tiver curiosidade em conhecer um pouco mais sobre a história do Massacre do dia de São Valentim e sobre a vida de Al Capone, pode conferir os dois filmes abaixo:

Os Intocáveis

Título original: (The Untouchables)

Lançamento: 1987 (EUA)

Direção: Brian De Palma

Duração: 119 min

Gênero: Policial

Sinopse: Na Chicago dos anos 30, o jovem agente Eliot Ness (Kevin Costner) tenta acabar com o reinado de terror e corrupção instaurado pelo gângster Al Capone (Robert De Niro). Para isso, ele recruta um pequeno time de corajosos e incorruptíveis homens, dispostos a levar a tarefa a cabo.

 


 

O Massacre do dia de São Valentim

Título original: (The Untouchables)

Lançamento: 1967 (EUA)

Duração: 120 min

Gênero: Policial

Sinopse: Reconstituição da história da chacina de sete mafiosos de Chicago, em 14 de fevereiro de 1929, que ficou conhecida como “O Massacre de São Valentim”. Neste evento que entrou para a história, o mafioso Al Capone quer se estabelecer como o chefão do crime organizado da cidade. Para tanto, seus capangas se fazem passar por policiais e, munidos de metralhadoras, armam uma emboscada para os membros da gangue de Bugs Moran, o maior rival de Capone.

 

 



Carmen Miranda: o nascimento de uma estrela

Published by Katia Dutra on fevereiro 9th, 2012

Boa tarde a todos.

Hoje é dia de saber o que que é a baiana tem..

Vamos homenagear a cantora Carmen Miranda, um dos principais expoentes da música brasileira em todo o mundo. Nascida em 09 de fevereiro de 1909, em Marco de Canaveses, Portugal, Maria do Carmo Miranda da Cunha veio ainda pequena com sua família para as terras brasileiras.

Instalados na Lapa, no Rio de Janeiro, a família Miranda vivia do trabalho do pai em sua pequena barbearia. Ao completar 14 anos, a pequena Maria do Carmo se viu obrigada a começar a trabalhar para ajudar no sustento de sua casa. Todavia, teve problemas com os empregos que arranjou por ser apaixonada por música e ter verdadeira paixão por cantar.

A jovem Maria do Carmo se transformaria em uma das maiores estrelas da música brasileira e projetaria a nossa cultura em diversos lugares do mundo. Ela se tornou Carmem Miranda e sua voz ficou conhecida em todo o planeta, principalmente por seus belos arranjos na cabeça com motivos tipicamente brasileiros.

 

A figura de Josué de Barros foi fundamental para a formação de Carmem Miranda. O compositor foi responsável por apresentar a artista a donos de gravadoras e investidores de teatros a época. Carmem gravou seu primeiro disco com o samba Não Vá Sim’bora, além do choro Se o Samba é Moda. Porém, seu sucesso aconteceu somente em 1930, com a gravação da marcha carnavalesca Pra Você Gostar de Mim (Taí), de Joubert de Carvalho.

O sucesso de Carmem Miranda foi tanto que ela se consagrou a primeira cantora a fechar um contrato profissional com uma rádio. Até então, os artistas recebiam cachês pelas participações que faziam e não eram contratados por nenhuma rádio.

A irmã de Carmem, Aurora Miranda, também demonstrou grande ímpeto em ser artista. Por esse motivo, contou com a ajuda do prestígio de Carmem e passou a circular nas grandes rodas de música e cinema do Rio de Janeiro. As duas chegaram a fazer filmes e apresentações em teatros juntas. Ficaram conhecidas como as Irmãs Miranda e fizeram grande participações especiais, principalmente no Brasil e na Argentina.

A carreira internacional

Com o sucesso em terras brasileiras, não demorou muito para Carmem Miranda partir para vôos na Argentina, principalmente em Buenos Aires, onde foi bem acolhida pelo público. Mais tarde, em 1939, ao conhecer o empresário americano Lee Schubert, Carmem Miranda foi apresentado ao público norte-americano, chegando inclusive a cantar na Casa Branca para o presidente Franklin Delano. Por conta de todo o seu sucesso, suas mãos ficaram registradas na Calçada da Fama, em Los Angeles.

Mas sua vida não foi só de felicidades. Carmem Miranda teve um casamento fracassado. Seu marido a lançou como a Pequena Notável, fase em que se envolveu com álcool e cigarro, tornando-se dependente dos mesmos. Isso fez com que seu corpo sofresse alterações cardíacas o que levou-a a óbito em 05 de agosto de 1955, aos 46 anos de idade, sendo vítima de um colapso cardíaco. Seu corpo foi trazido para o Brasil no dia 12 e velado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo sepultado no cemitério São João Batista.

 

Saiba mais

Confira outros vídeos com músicas e participações da cantora:


Dmitri Mendeleiev: 178 anos de pura Química

Published by Katia Dutra on fevereiro 8th, 2012

Boa tarde a todos!

Hoje, nós vamos falar um pouco de Química.

Em 08 de fevereiro de 1834, nasceu Dmitri Ivanovich Medeleiev, químico russo responsável pela criação da tabela periódica dos elementos e uma das figuras mais importantes para a evolução da Química no mundo. Nascido em Tobolsk, na Sibéria, Medeleiev se formou, em 1856, na Alemanha. Aos 29 anos, assume a cadeira de Química do Instituto Tecnológico de São Petersburgo e começa o seu legado de estudos.

Muitos associam o seu nome somente ao estudo dos elementos químicos. Todavia, a participação de Mendeleiev em descobertas químicas, ultrapassa (e muito) a organização da tabela periódica.  É possível, por exemplo, encontrar trabalhos sobre expansão de líquidos, origem e comportamento do petróleo, recursos naturais e temperatura de gases assinados por ele.

Em 02 de fevereiro de 1907, aos 73 anos, ele morre em São Petersburgo, Rússia, reconhecido pela comunidade química por toda a sua contribuição.

 

A Tabela Periódica dos Elementos

Ao participar de um congresso em Karlsruhe, na Alemanha, Mendeleiev perceber que os pesos atômicos poderiam ser uma característica fundamental dos átomos. Ele começa a analisar os 63 elementos conhecidos até então e propõe uma forma de organização deles em uma tabela periódica de acordo com suas valências. Na verdade, o químico concluiu que havia uma variação periódica de determinadas propriedades em função de seus pesos atômicos.

A primeira tabela periódica de Mendeleiev foi publicada em 1869 no livro Princípios de Química. Nela, podemos observar que o químico previa a descoberta de novos elementos, deixando em aberto espaços para inserção destes. Os estudos do químico estavam tão corretos que suas previsões, de fato, se concretizaram, e muitos elementos já tinham suas estruturas físicas e químicas traçadas.

 

 

A tabela moderna é ordenada segundo o número atômico, propriedade não-periódica, baseada nos trabalhos de Moseley. Dessa forma, os elementos são reunidos segundo suas semelhanças e, através delas, é possível distinguir as propriedades de determinado elemento segundo a sua posição na tabela – família e grupo.

 

Na tabela, os elementos estão arranjados horizontalmente, em seqüência numérica, de acordo com seus números atômicos, resultando o aparecimento de sete linhas horizontais (ou períodos). Cada período, com exceção do primeiro, começa com um metal e termina com um gás nobre. Os períodos diferem entre si no comprimento, sendo que alguns possuem apenas 2 elementos (período curto) e outros já contam com 32 elementos (período longo).

Os grupos correspondem às linhas verticais, que foram agrupadas baseando-se nas estruturas similares da camada externa (como no exemplo do grupo 2). Em alguns desses grupos, os elementos estão relacionados tão intimamente em suas propriedades, que são denominados de famílias, por exemplo, o grupo 1 A é a família dos Metais Alcalinos.

 

Tabela Periódica Interativa 

Encontramos um site bem bacana e interativo da tabela periódica – o Ptable (Periodic Table). No site, é possível organizar os elementos e estudar suas propriedades separadamente, isso quer dizer que você pode selecionar o que estudar, dividindo famílias, períodos, massa atômica, disposição dos átomos em cada camada e subcamada e propriedades como ponto de fusão, eletronegatividade e eletroafinidade.

Outra coisa bacana da Ptable é que o aluno pode conhecer mais sobre a história de cada elemento, suas aplicações, onde ele é encontrado e quais são as suas características, apenas clicando no nome do elemento.  Confira:

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Saiba mais

Sabe tudo sobre os Elementos Químicos?

Agora que você já conhece a estrutura da Tabela Periódica, que tal testar seus conhecimentos sobre a aplicação dos elementos? Quais produtos apresentam em sua composição os elementos químicos?

Confira o jogo abaixo e ligue os símbolos químicos às imagens dos objetos. Depois nos conte como você se saiu, ok?